Bruno Farias (Avante) garantiu que as obras só começam após as licenças liberadas

O líder da situação na Câmara Municipal de João Pessoa (CMJP), vereador Bruno Farias (Avante), usou a tribuna, na sessão ordinária desta quinta-feira (5), para garantir que as obras do Complexo Beira Rio só serão iniciadas depois de todos os estudos ambientais necessários para liberação das licenças exigidas.
Segundo o vereador, um dos maiores desafios das gestões públicas, em todas as esferas, tanto no Brasil quanto pelo mundo afora, é a mobilidade urbana. “Em João Pessoa, não seria diferente”, afirmou.
Bruno reforçou que essa é uma das grandes missões que movem o prefeito Leo Bezerra (PSB). “As melhorias na qualidade de vida da população de João Pessoa têm garantido excelentes índices para a cidade, como melhor lugar para se viver no Nordeste e no Brasil. Mas, o crescimento traz grandes desafios. A mobilidade urbana é um desses desafios”, asseverou.
De acordo com o vereador, as gestões anteriores não conseguiram resolver os principais problemas do setor na velocidade necessária, situação agravada na região da zona sul devido ao adensamento populacional. “Leo enfrenta os problemas e trabalha para resolver. Com as obras do Complexo Beira e a construção do viaduto da entrada do Altiplano pode-se tentar melhorar a mobilidade naquela área. Esse projeto, de grande impacto financeiro, vai beneficiar todos os moradores da zona sul, do Cabo Branco e do Altiplano”, explicou.
O líder da situação afirmou que existe uma parcela do Movimento Esgotei contra o projeto, com receio da degradação ambiental que el pode causar. “Leo tem rigor com a preservação do meio ambiente em nossa cidade. Foi ele quem orientou os servidores a firmarem um pacto para que o início da obra só ocorra após a realização de todos os estudos e licenças necessários. A solicitação de uma licença prévia à Secretaria do Meio Ambiente impôs condicionantes para a emissão das liberações, tais como estudo de viabilidade ambiental, controle ambiental e de áreas degradas. As obras só iniciarão depois desses estudos apresentados e aprovados. A Prefeitura deu a autorização administrativa para o detalhamento dos estudos que estão sendo realizados para se obter as liberações”, garantiu.